As aulas de capoeira estão ocorrendo no Clube Assen, apartir das 19 horas todas Terças Feiras e Quintas Feiras.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
3 anos do Blog RaivosoCDONatal®
Ai vai alguns Arquivos de leitura pra vocês fazerem o download, espero que seja de grande proveito. Com isso encerramos as partes de downloads que prometi em comemoração ao nosso aniversário.
Mestre Noronha.
http://www.4shared.com/document/WPAgOF85/Mestre_Noronha_-_ABC_da_capoei.htm
Mestre Canjiquinha.
http://www.4shared.com/document/aa89ez6q/Canjiquinha_-_A_alegria_da_cap.htm
Mestre Pastinha.
http://www.4shared.com/document/G3tEgQxG/Mestre_Pastinha_-_Capoeira_Ang.htm
Mestre Noronha.
http://www.4shared.com/document/WPAgOF85/Mestre_Noronha_-_ABC_da_capoei.htm
Mestre Canjiquinha.
http://www.4shared.com/document/aa89ez6q/Canjiquinha_-_A_alegria_da_cap.htm
Mestre Pastinha.
http://www.4shared.com/document/G3tEgQxG/Mestre_Pastinha_-_Capoeira_Ang.htm
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Aniversário 3 anos de Blog RaivosoCDONatal®
Ainda na semana de comemoração dos 3 anos de Blog RaivosoCDONatal® estamos dispondo esses dois links para download dos cds do Mestre Barrão, Mestre Morais e Mestre Acordeon.
Mestre Barrão Vol1
http://www.4shared.com/file/oLiz-azj/Ax_Capoeira_-_Mestre_Barro_-_v.htm
Mestre Morais capoeira angola from salvador Brazil.
http://www.4shared.com/file/uuQfUeik/GCAP_Mestre_Morais_-_Capoeira_.htm
Mestre Acordeon
http://www.4shared.com/file/yCu66iBn/MESTRE_ACORDEON_-_CANTIGAS_DE_.htm
Mestre Barrão Vol1
http://www.4shared.com/file/oLiz-azj/Ax_Capoeira_-_Mestre_Barro_-_v.htm
Mestre Morais capoeira angola from salvador Brazil.
http://www.4shared.com/file/uuQfUeik/GCAP_Mestre_Morais_-_Capoeira_.htm
Mestre Acordeon
http://www.4shared.com/file/yCu66iBn/MESTRE_ACORDEON_-_CANTIGAS_DE_.htm
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Mestre Bimba capoeira iluminda (O filme)
Em comemoração aos 3 anos de existência de nosso blog estamos disponibilizando o download do filme Capoeira Iluminada. Filme que narra a vida de Manoel dos Reis Machado o Mestre Bimba criador da capoeira regional e responsável por uma grande geração de capoeiristas
http://www.megaupload.com/?d=LU5AVIDA- Ano de Lançamento: 2007
- Gênero: Documentário
- Duração: 78 Min
- Tamanho: 758MB
- Formato: AVI
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Parabéns!
Bom dia a todos os frequentadores do nosso blog, hoje é o dia do terceiro ano de vida do blog, muitos acertos, alguns erros e muitas conquistas e essas conquistas fazem com que agente siga rumo ao quarto ano, quero aproveitar o espaço para homenagear todos aqueles que fazem esse blog acontecer que são vocês que nos visitam periodicamente e por isso estaremos disponibilizando algúns downloads de dvds e cds, quem tiver interesse em ter acesso a esses downloads é bem simples basta deixar um recado no mural do blog, além disso iremos postar as entrevistas que realizamos com a instrutora Chiquinha (grupo Raça) e a mestra Dana Breda (Capoeira Angola) duas capoeiristas que admiro e tive a sorte de conhece-las.
Pretendemos criar um periodico com informações sobre a capoeira e outras manifestações culturais, outra inovação é a de poder acessar algumas mídias sociais dentre elas o msn através E-Buddy no quadro comunique-se.com, tudo isso sem precisar sair do blog e com o conforto e segurança, que só nos sabemos oferecer. Quero também dividir alguns números nesses tês anos ja passamos dos 17 mil acessos, já temos acessos das Américas, Europa, Ásia, África e Oceania, segundo as estatísticas do blog.com e minha meta pra esse ano é chegar nos 25 mil acessos. Diante das situações que ocorreram em 2010 não tive como criar nosso site mas tudo em seu tempo e logo estaremos divulgando o nosso endereço, creio que ate Abril desse ano já estaremos com o nosso site na ativa!
O aniversário é do blog e quem ganham são vocês.
Parabéns pelos 3 anos de sucesso!! RaivosoCDONatal®
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
E assim vamos para 3 anos de existência...
Faltam 5 dias para nosso blog completar 3 anos de existência, ainda não sei o que vou aprontar, para comemorar. Aceito sugestões.
:)
:)
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Professor Raivoso
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Manduca da Praia.
Extraído/adaptado de um texto de Nestor Capoeira, publicado na Revista da Capoeira #03
Quando Alexandre Mello Moraes Filho, escritor que viveu há mais de cem anos no Rio de Janeiro, e que conheceu pessoalmente o terribilíssimo Manduca da Praia, publicou seu livro (Festas e Tradições Populares do Brasil (Rio: F. Briguiet e Cia, 1946)), eis o que ele contou:
Por volta de 1850, Manduca "iniciou sua carreira de rapaz destemido e valentão, agredindo touros bravos sobre os quais saltava, livrando-se". Dotado de uma enorme força física e "destro como uma sombra", Manduca cursou a escola de horário integral da malandragem e da valentia pelas ruas do Rio, na época de perigosos capoeiras como Mamede, Aleixo Açogueiro, Pedro Cobra, Bem-Te-Vi e Quebra Coco.
Desde cedo destacou-se no uso da navalha e do punhal; no manejo do Petrópolis - um comprido porrete de madeira de lei, companheiro inseparável dos valentões da época - na malícia da banda e da rasteira; e com o soco e a cabeçada e o rabo-de-arraia tinha uma intimidade a toda prova.
Manduca não era um "filósofo da capoeira" como, João Pequeno e João Grande; nem tampouco um representante do espírito da "malandragem alto astral" como Leopoldina. No entanto, tinha algo que o destacava e diferenciava de seus contemporâneos - facínoras, valentes e rufiões - fazendo que se tornasse uma lenda viva, e mais tarde um mito cantado e celebrado até os dias de hoje: uma inteligência fria, calculista e implacável; uma sede de poder, de status e de dinheiro, tudo isto aliado a uma visão de comerciante e de homem de negócios.
A capoeira do Rio, por volta de 1850, era muito diferente da que conhecemos hoje. A capoeira era perseguida pela polícia. Não havia academias. O jogo era quase que uma briga-de-rua, sem berimbau e sem floreio. Era a época em que as maltas de capoeiras, como a dos Gaiamus ou a dos Nagoas, aterrorizavam a população carioca.
Semelhante as gangues de nossos dias, as maltas daquela época dividiam a geografia da cidade em fatias e cada uma reinava absoluta na sua área. Manduca, no entanto, "não recebia influencias da capoeiragem local nem de outras freguesias, fazendo vida à parte, sendo capoeira por sua conta e risco". Era capanga e guarda-costas de ilustres políticos.
"Nas eleições (do bairro) de São José, dava as cartas, pintava o diabo com as cédulas. Nos esfaqueamentos e nos sarrilhos próprios do momento, ninguém lhe disputava a competência".
O Manduca "respondeu a 27 processos por ferimentos leves e graves, saindo absolvidos de todos eles pela sua influencia pessoal e de seus amigos".
Manduca ficou mais célebre ainda com a chegada no Rio, do "deputado português Santana, que gostava de brigas, que não recuava diante de que quer que fosse, e que tendo notícia do Manduca, procurou-o. Encontrando-se os dois, houve desafio, acontecendo àquele (ao Santana) saltar nos ares ao primeiro camelo do nosso capoeirista, depois do que beberam champagne ambos, e continuaram amigos".
Mas nem só de valentia e champagne; de mumunhas com políticos; de esfaqueamentos na época da das eleições vivia nosso personagem. Manduca, como dissemos, além da inteligência de predador tinha também o senso dos negócios. Valendo-se de seu prestígio e de seus conhecimentos nas altas esferas do poder, "montou uma banca de venda de peixe na praça do Mercado, era liso em seus negócios, ganhava bastante e tratava-se com regalo".
Quando Mello Morais - o escritor - conheceu-o, há mais de cem anos, o Manduca já era um homem maduro. "Alto e reforçado, usava uma barba crescido em ponta, grisalha e cor de cobre...nunca dispensava o casaco grosso e comprido, e a grande corrente de ouro de que pendia o relógio...de olhos injetados e grandes, de andar compassado e resoluto, a sua figura tinha alguma coisa que infundia temor e confiança".
O Manduca fez fama e dinheiro. Foi famoso, temido e respeitado. Foi feliz? Talvez só Besouro e Nascimento Grande ou o próprio Manduca pudesse responder a esta pergunta.
No meu Rio de Janeiro, se a memória não falha....
Texto originalmente copiado do blog campo de mandinga (17/07/2009)
domingo, 2 de janeiro de 2011
Nascimento Grande.
Extraído/adaptado de um texto de Severino Barbosa, publicado na Revista Capoeira #04
Seu nome era José Antônio do Nascimento, mais conhecido em Recife como Nascimento Grande. Nunca recusou uma luta e nem mesmo perdeu alguma. Era alto, robusto, moreno, bigodes longos, cortês, usava invariavelmente um chapelão desabado, capa de borracha dobrada no braço, pesava aproximadamente 130 quilos e usava sua tão famosa bengala, que conforme ele: "uma bengalada derrubava um homem, duas desacordavam e três matavam".
Honesto, embora protegido dos chefões e políticos da época, mesmo tendo consciência de sua força, nunca provocava os adversários e jamais tomava a iniciativa das lutas. Preferia ser insultado para depois revidar e esganar o inimigo. Isso o fez famoso e odiado pelos "brabos" de Recife. Alguns diziam que ele tinha o corpo fechado, pois foi atacado por diversas vezes por disparos de arma de fogo a queima roupa e nunca foi ferido. Tudo graças a um amuleto com um "Santo Lenço" que ele carregava.
Segue a descrição de algumas lutas travadas por ele:
Nascimento Grande morreu velho, aos 90 anos.
Texto originalmente retirado do blog Campo de Mandinga.
Seu nome era José Antônio do Nascimento, mais conhecido em Recife como Nascimento Grande. Nunca recusou uma luta e nem mesmo perdeu alguma. Era alto, robusto, moreno, bigodes longos, cortês, usava invariavelmente um chapelão desabado, capa de borracha dobrada no braço, pesava aproximadamente 130 quilos e usava sua tão famosa bengala, que conforme ele: "uma bengalada derrubava um homem, duas desacordavam e três matavam".
Honesto, embora protegido dos chefões e políticos da época, mesmo tendo consciência de sua força, nunca provocava os adversários e jamais tomava a iniciativa das lutas. Preferia ser insultado para depois revidar e esganar o inimigo. Isso o fez famoso e odiado pelos "brabos" de Recife. Alguns diziam que ele tinha o corpo fechado, pois foi atacado por diversas vezes por disparos de arma de fogo a queima roupa e nunca foi ferido. Tudo graças a um amuleto com um "Santo Lenço" que ele carregava.
Segue a descrição de algumas lutas travadas por ele:
- Antonio Padroeiro, ajudado por mais sete homens foi abatido por um tiro de arma de fogo que foi tomada dele por Nascimento Grande. Após levar um tiro, Antonio Padroeiro foi espancado até a morte.
- Pajéu, o maior malfeitor do bairro de São José, atacou Nascimento Grande com uma "peixeira", mas foi desarmado, recebeu uma surra e foi obrigado a vestir-se de mulher, sob gargalhadas do público.
- Certa vez, Nascimento foi cercado por uma viatura. Subiu então em um telhado e dele pulou sobre a viatura atacando os soldados com bengaladas, obrigando-os a fugir.
- A maior luta de Nascimento Grande foi contra João Sabe Tudo, que era seu mais feroz adversário e um dos valentões mais temidos de Recife. Os dois evitam se encontrar, só que em um Domingo de manhã se esbarraram perto da ponte do Largo da Paz. Não houve tempo pra discussões e a briga começou. João Sabe Tudo de "peixeira" na mão e Nascimento Grande com a bengala. Golpes zuniam no ar, e foi se formando a multidão, com grupos de curiosos que aplaudiam ora um ora outro combatente. A Cada rasteira, negaça os aplausos choviam. E os dois valentões avançavam um contra o outro, ou recuavam estrategicamente, ambos ligeiros e valentes. Mas as horas do dia foram passando e a batalha continuava, cada vez mais violenta, sem vencido sem vencedor. E os dois lutadores, em fugas, avanços e negaças, foram descendo a Rua Imperial. A multidão acompanhando. Atingiram a Praça Sérgio Loreto. Avancaram mais e de repente chegaram a Matriz de São José. Entraram na Igreja, e a multidão barulhenta atrás deles. Foi quando apareceu o Vigário da Matriz, indignado. Gritou para os dois valentões, feridos e extenuados, e os fez parar. Mais ainda, intimou que respeitassem a casa de Deus e exigiu que apertassem as mãos. Os dois inimigos, embora desconcertados, obedeceram. Foi essa a última luta de Nascimento Grande e João Sabe tudo, os maiores valentões do Recife Antigo.
Nascimento Grande morreu velho, aos 90 anos.
Texto originalmente retirado do blog Campo de Mandinga.
sábado, 1 de janeiro de 2011
2010 O ano que não acabou, 2011 O ano das renovações.
Olá meus amigos leitores, escrevo esse primeiro post do ano com certa esperança de quem ultimamente passou por situações na qual nunca havia vivido nos últimos dois meses foram intensos 35 dias de luta contra o medo, o pessimismo, a tristeza, a depressão e por fim a morte. Carreguei comigo uma força fora do comum, senti o peso do mundo em meus ombros, senti como se arassem meu corpo uma dor que não era física nem mental e sim espiritual e essa é a pior das dores meus amigos, pois não existe conforto material se quer remédio que a faça passar.
Nesses dias aprendi que certas coisas que damos valor não valem tanto como pensamos que valam, na minha ignorância não via coisas que agora enxergo com clareza, eu ousei a pensar que não precisava de uma família e assim vivi por alguns anos de minha vida, meu orgulho jovial não me permitiu ver o quanto estava enganado a família é tudo que temos de melhor e eu achei infelizmente deveria ir por um caminho solitário e hoje só eu sei o quanto perdi.
Aprendi que amar transcende o tempo e aos planos terrestres e divinos, entendi como Dimas pôde adentrar no reino de Deus “aos 45 minutos do segundo tempo”. Minha amada avó me ensinou mais coisas em 35 dias do que eu pude aprender em 28 anos de vida, amai aos outros como eu vós amei, disse o Jesus, ela me amou, ajudou a me educar e eu nesses últimos anos aprendi a amá-la “eu te amo vovó Dulce” e te amo como se ama certas coisas que não existem palavras com a qual eu possa descrever.
35 dias eu passei por experiências que foram verdadeiros ensinamentos de Deus, agente escolher consciente ou inconscientemente aprender pelo caminho da dor ou pelo caminho do amor e diante de minhas escolhas erronias eu devo ter escolhido o caminho da dor e mesmo nesse caminho pude ser merecedor de vivenciar da bondade, da misericórdia de Deus que viu cada lagrima derramada de minha face, que ouviu cada clamor, cada suplica cada prece que fiz e hoje gloria ao Deus do impossível que me permitiu aproximar da fé que me faltava e minha doce avó foi o elo para que isso acontecesse. Converti-me ao espiritismo em busca de encontrar a paz e o amor e a fraternidade que preciso pra seguir em frente.
Diante essa batalha sai fortalecido e com uma certeza “O que se leva dessa vida é a vida que se leva vou levando a vida a vida me leva”. 2010 o ano que não acabou e nunca acabara minha a vida seguira e eu irei rumo a 2011, deixando pra trás coisas que não me fizeram bem, deixo pra trás os amigos que pensava ter, esses me faltaram e muito eu senti de seus apoios e eu vós entendo, pois agora sei que cada um da aquilo que tem e eu tenho minha consciência tranqüila que quando vocês precisaram de mim estive presente e mais ainda, me fiz presente em muito dos momentos difíceis de vocês. “às vezes quem agente menos espera é o primeiro a nos ajudar” agradeço aos poucos porem verdadeiros amigos que me deram um apoio que não tenho como expressar tudo como desejaria. Não guardo mágoa de ninguém, quem sou eu pra isso e saibam que se precisarem eu estarei no mesmo canto de sempre, mas a renovação faz-se-a necessária renovação de idéias, atitudes e por que não amizades.
Engraçado que nesse ano me falaram em renovação e eu não imaginaria que meses depois eu seria “dispensado” para que houvesse essa renovação e de certa forma fico feliz, pois vejo pessoas de boa . Eu mesmo to mudando procurando aprender, evoluir ser útil, que venha 2011 repletos de esperanças, paz, saúde, tolerância, amor, fraternidade e justiça. Seja a mudança que você que ver no mundo...
AGRADEÇO A TODOS QUE ME ACOMPANHARAM ANO PASSADO E DESEJO A TODOS UM FELIZ ANO DE 2011.
TE AMO MINHA AVÓ... SEU NETO
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